MÉTODO CARLO GUARAGNA ©
AULA TEÓRICA #01 — Introdução ao Yoga e à Jornada do Autoconhecimento
PILAR TEÓRICO:
Fundamentação conceitual do Yoga como caminho de autoconhecimento, partindo da compreensão da ignorância (avidya), da ilusão (maya) e do sofrimento (dukkha). Apresentação do Yoga como uma metodologia estruturada de ordenação do corpo, da mente e das emoções para a realização do eu real.
SUBTÓPICOS:
1. Apresentação do curso
1.1 Formação em Yoga e Jornada do Autoconhecimento
1.2 Objetivo geral dos cursos
2. Estrutura pedagógica do curso
2.1 Os quatro pilares do método
– Teoria
– Prática
– Filosofia
– Comunidade
3. Metodologia de aprendizagem
3.1 Aprender Yoga como processo progressivo
3.2 Construção do conhecimento em etapas
4. Ansiedade cognitiva e espiritual no aprendizado do Yoga
5. Estrutura das práticas semanais
6.1 Curva de aprendizado corporal
6.2 Desenvolvimento da consciência corporal
6.3 Refinamento progressivo da técnica
7. Introdução ao Sukshma Vyayama
7.1 Sukshma Vyayama como etapa preparatória do Yoga
7.2 Desenvolvimento da consciência corporal
7.3 Preparação física e energética para práticas futuras
8. Progressão das práticas ao longo do curso
8.1 Sukshma Vyayama
8.2 Vinyasa
8.3 Asana
8.4 Integração contínua de Pranayama e Meditação
9. Introdução às práticas meditativas
9.1 Yoga Nidra como prática inicial de meditação
9.2 Relaxamento consciente e presença
10. Estrutura do módulo de filosofia
10.1 Metodologia de estudo das aulas de filosofia
10.2 Base filosófica no Yoga Sutra de Patanjali
11. Yoga como tradição milenar
11.1 Transmissão cultural do conhecimento
11.2 Permanência do Yoga ao longo do tempo como critério de valor
12. Yoga como caminho de autoconhecimento
12.1 Autoconhecimento como eixo central do Yoga
12.2 Relação entre prática, filosofia e transformação interior
13. Condição inicial do ser humano segundo o Yoga
13.1 Ignorância (Avidya) como ausência do conhecimento de si mesmo
14. Ilusão (Maya)
14.1 Identificação incorreta com corpo, mente e autoimagem
14.2 Formação do eu ilusório
15. Sofrimento e insatisfação (Dukkha)
15.1 Sofrimento como consequência da ilusão
15.2 Insatisfação na busca externa por realização
16. Eu real e eu ilusório
16.1 Natureza perene do eu real
16.2 Natureza mutável das identificações psicológicas e corporais
17. Discernimento (Viveka)
17.1 Capacidade de distinguir o que se é do que não se é
17.2 Discernimento como base do processo de libertação
18. Autoconhecimento como processo indireto
18.1 Ordenação do corpo, da mente e das emoções
18.2 Autoconhecimento como resultado e não como ação direta
19. Metáforas clássicas do autoconhecimento
20. Yoga como técnica de libertação
20.1 Libertação da ignorância
20.2 Libertação da ilusão
20.3 Redução do sofrimento
21. Objetivo do Yoga
21.1 Autoconhecimento
21.2 Harmonização da vida
21.3 Clareza, equilíbrio e sabedoria na ação
22. Principais Linhas de Yoga
22.1 Hatha Yoga
22.2 Vinyasa Yoga
22.3 Bhakti Yoga
22.4 Mantra Yoga
22.5 Raja Yoga
22.6 Karma Yoga
22.7 Kriya Yoga
CONCEITOS-CHAVE DESENVOLVIDOS NA AULA
– Yoga como tradição milenar e sistema de conhecimento integral
– Autoconhecimento como objetivo central do Yoga
– Ignorância (Avidya) como ausência do conhecimento de si mesmo
– Ilusão (Maya) como identificação incorreta com corpo, mente e autoimagem
– Sofrimento e insatisfação (Dukkha) como consequência da ilusão
– Diferença entre eu ilusório e eu real
– Natureza mutável das identificações psicológicas e corporais
– Discernimento (Viveka) como capacidade de distinguir o que se é do que não se é
– Autoconhecimento como processo indireto e progressivo
– Relação entre prática, experiência direta e compreensão filosófica
– Yoga como técnica de libertação da ignorância e reorganização da vida interior
AULA TEÓRICA #02 – Tantra: A Síntese Entre Espírito e Matéria
PILAR TEÓRICO:
Análise histórica, filosófica e estrutural do Tantra dentro do Hinduísmo, compreendendo sua origem, fundamentos, diferenças em relação às tradições védicas ortodoxas e sua relação com o Yoga, especialmente a partir da aceitação da matéria, do corpo e da natureza como caminhos legítimos para a realização espiritual.
SUBTÓPICOS:
1. Introdução e contextualização da aula
1.1 Continuidade da formação filosófica iniciada na aula anterior
1.2 Relação entre Yoga e Tantra
1.3 Objetivo da aula: compreensão panorâmica do Tantra
2. Filosofia como fundamento da espiritualidade humana
2.1 O ser humano como animal racional
2.2 Perguntas filosóficas fundamentais
2.3 Origem da religião e da filosofia nas sociedades
2.4 Formação de corpos doutrinários e ritos
2.5 Relação entre decadência moral e surgimento da escrita
3. Tradição oral e transmissão do conhecimento
3.1 Parampara como transmissão
3.2 O papel da oralidade no Hinduísmo
3.3 Comparação com tradições ocidentais
4. Estrutura geral do Hinduísmo
4.1 Os Vedas como corpo central das escrituras
4.2 Rig Veda, Sama Veda, Yajur Veda e Atharva Veda
4.3 Brahmanas como comentários rituais
4.4 Sutras como estilo literário aforístico
4.5 Aranyakas e prática ascética
4.6 Upanishads e a doutrina esotérica
5. Os Darshanas (pontos de vista filosóficos)
5.1 Darshana como perspectiva interpretativa
5.2 Purva Mimamsa e Uttara Mimamsa (Vedanta)
5.3 Negação da matéria no Vedanta
5.4 Samkhya, Nyaya, Vaisheshika e Yoga
5.5 Yoga como Darshana sistematizado por Patanjali
6. Yoga como estado espiritual e não apenas técnica
6.1 Yoga como união da consciência individual e universal
6.2 Os rishis como meditadores e videntes
6.3 Yoga como fonte reveladora dos Vedas
6.4 Ausência de técnicas corporais elaboradas nos textos clássicos
7. Surgimento das práticas não ortodoxas
7.1 Desenvolvimento de ritos e práticas paralelas
7.2 Busca pela libertação fora da estrutura védica tradicional
8. Sistema de castas no Hinduísmo
8.1 Origem mítica das castas
8.2 Brâmanes, Kshatriyas, Vaishyas e Shudras
8.3 Funções sociais e espirituais de cada casta
8.4 Dalits e exclusão social
8.5 Leis do Manu Shastra
8.6 Relação entre casta, espiritualidade e poder
9. Decadência dos Brâmanes e crise espiritual
9.1 Corrupção ritual e religiosa
9.2 Jnana Kanda e Karma Kanda
9.3 Questionamento dos rituais tradicionais
9.4 Influência dos Yugas na perda de acesso ao conhecimento
10. Os Yugas e a degradação espiritual
10.1 Satya Yuga
10.2 Treta Yuga
10.3 Dvapara Yuga
10.4 Kali Yuga
10.5 Relação entre tempo cíclico e espiritualidade
11. Origem do Tantra
11.1 Iniciativa da casta dos Kshatriyas
11.2 Criação de novos rituais e práticas
11.3 Uso do corpo, da respiração e da natureza
11.4 Tantra como continuidade e não ruptura
12. Tantra e alquimia espiritual
12.1 Corpo como veículo de transformação
12.2 Natureza como meio de elevação espiritual
12.3 Alquimia como transmutação da energia
12.4 Comparação com a alquimia medieval
13. Definição conceitual do Tantra
13.1 Síntese entre monismo e dualismo
13.2 União entre espírito e matéria
13.3 Integração entre Jnana, Bhakti e experiência sensorial
13.4 Macrocosmo e microcosmo
13.5 Desenvolvimento das energias naturais
CONCEITOS‑CHAVE DESENVOLVIDOS NA AULA
– Tantra como continuidade histórica do Hinduísmo
– Yoga como estado espiritual anterior às técnicas
– Tradição oral (Parampara)
– Estrutura literária dos Vedas
– Darshanas como sistemas filosóficos
– Negação e reintegração da matéria
– Sistema de castas e espiritualidade
– Yugas e decadência espiritual
– Corpo como instrumento de realização espiritual
– Alquimia tântrica
– Integração entre natureza, ser humano e transcendência
AULA TEÓRICA #03 – Doshas: O Mapa Elementar da Personalidade Humana
PILAR TEÓRICO DA AULA
A aula tem como pilar teórico a compreensão do corpo físico como manifestação da natureza dentro do processo de autoconhecimento, fundamentada na cosmogonia Samkhya, na alquimia indiana e na teoria dos cinco elementos (Pancha Mahabhutas), articulando o conceito de doshas como chave para o entendimento dos padrões físicos, emocionais e comportamentais do ser humano.
SUBTÓPICOS:
1. Yoga como prática orientada ao autoconhecimento
1.1 Asana e pranayama como meios, não como fins
1.2 Crítica ao uso do Yoga dissociado da busca interior
1.3 Hierarquia do conhecimento de si como princípio fundamental
2. Introdução ao corpo físico e ao mundo denso
2.1 Corpo físico como nível mais concreto da existência
2.2 Simbolismo da gravidade e da densidade
2.3 Relação entre planos sutis e planos densos da existência
3. Cosmogonia e processo de criação segundo o Samkhya
3.1 Processo de emanação divina
3.2 Princípio masculino transcendente e Prakriti (eterno feminino)
3.3 Desequilíbrio de Prakriti como origem do mundo manifesto
4. Estrutura dos tattvas na criação da realidade
4.1 Tattvas internos (instrumentais)
4.1.1 Buddhi como mente contemplativa
4.1.2 Manas como mente discursiva
4.1.3 Ahamkara como princípio de individuação
4.2 Tattvas externos
4.2.1 Órgãos dos sentidos (jnanendriyas)
4.2.2 Objetos dos sentidos (tanmatras)
4.2.3 Órgãos da ação (karmendriyas)
5. Pancha Mahabhutas – os cinco elementos
5.1 Terra, água, fogo, ar e espaço
5.2 Presença simbólica dos elementos em todos os objetos
5.3 Proporção dos elementos como fator de diferenciação da matéria
6. Analogia dos elementos na natureza e no ser humano
6.1 Elementos como realidades primordiais e simbólicas
6.2 Relação entre calor, vida e elemento fogo
6.3 Elementos como base da fisiologia e do comportamento
7. Composição média do corpo humano
7.1 Distribuição padrão dos elementos
7.2 Influência da genética, ambiente e alimentação
7.3 Desequilíbrio como condição natural da existência
8. Introdução aos doshas
8.1 Dosha como excesso de elementos
8.2 Tridosha como condição universal
8.3 Relação entre desequilíbrio e natureza individual
9. Tipos de desequilíbrio dos doshas
9.1 Monodosha
9.2 Bidosha
9.3 Tridosha
9.4 Consequências físicas, emocionais e comportamentais
10. Pitta-dosha
10.1 Excesso do elemento fogo
10.2 Padrões comportamentais do Pitta
10.3 Forças, desafios e tendências de desequilíbrio
10.4 Liderança, produtividade e orgulho
10.5 Equilíbrio do Pitta como lapidação do caráter
11. Kapha-dosha
11.1 Excesso de terra e água
11.2 Estrutura emocional e psicológica do Kapha
11.3 Introversão, estabilidade e profundidade
11.4 Preguiça como principal risco de desequilíbrio
11.5 Sabedoria e espiritualidade do Kapha em equilíbrio
CONCEITOS-CHAVE DESENVOLVIDOS NA AULA
– Cosmogonia Samkhya
– Prakriti e Purusha
– Tattvas internos e externos
– Pancha Mahabhutas
– Corpo físico como instrumento de autoconhecimento
– Doxa e tridosha
– Pitta-dosha e Kapha-dosha
– Padrões de reação físicos, emocionais e comportamentais
– Natureza individual e processo de equilíbrio
– Autoconhecimento como finalidade da prática de Yoga
AULA TEÓRICA #04 – Dhatus e Ojas: A Anatomia Vital do Yoga
PILAR TEÓRICO DA AULA
A aula tem como pilar teórico o estudo do corpo humano segundo a perspectiva do Yoga e do Ayurveda, integrando os conceitos de Dhatus, Ojas e processos de purificação (Bhuta Shuddhi e Shatkarma), relacionando corpo, mente e consciência como uma unidade indissociável no caminho do autoconhecimento e da evolução espiritual.
SUBTÓPICOS:
1. Continuidade do estudo do corpo físico no Yoga
1.1 Encerramento do tema dos Doshas
1.2 Introdução ao Sthula Sharira (corpo físico)
1.3 Corpo sob a perspectiva ancestral do Yoga e da medicina indiana
1.4 Relação e limites entre ciência moderna e saberes tradicionais
2. Os Dhatus: sistemas do corpo segundo o Ayurveda
2.1 Definição de Dhatus como sistemas constituintes do corpo
2.2 Rasa Dhatu: sistema digestivo
2.3 Rakta Dhatu: sistema circulatório
2.4 Mamsa Dhatu: músculos e pele
2.5 Meda Dhatu: sistema de gordura corporal
2.6 Asthi Dhatu: ossos, ligamentos, tendões e cartilagens
2.7 Majja Dhatu: sistema nervoso
2.8 Shukra e Artava: tecidos sexuais e princípio da vida
3. Tecido indiferenciado e processo de diferenciação
3.1 União de Shukra e Artava
3.2 Formação do tecido indiferenciado
3.3 Processo de multiplicação celular
3.4 Diferenciação dos tecidos corporais
3.5 Analogia com a criação e o princípio criador
4. Ojas como princípio essencial do corpo e da mente
4.1 Ojas como essência vital
4.2 Ojas como oitavo Dhatu (Mala Dhatu)
4.3 Funções do Ojas no corpo e na mente
4.4 Relação entre Ojas e Prana
4.5 Analogias do maestro (Ojas) e da orquestra (Prana)
5. Duas naturezas do Ojas segundo o Tantra
5.1 Agni-Atmaka Ojas
5.1.1 Relação com metabolismo
5.1.2 Relação com energia solar, ação e estresse
5.2 Soma Atmaka Ojas
5.2.1 Relação com energia lunar
5.2.2 Relação com silêncio, consciência e Kundalini
5.3 Dualidade solar e lunar no corpo
5.4 Sistemas energéticos do Yoga (Amrita e Chakras)
6. Silêncio, consciência e espaço como fundamentos do Yoga
6.1 Silêncio como base da experiência meditativa
6.2 Relação entre silêncio, espaço e consciência
6.3 Eternidade e transitoriedade
6.4 Consciência como eixo da realização metafísica do Yoga
7. Introdução ao Bhuta Shuddhi
7.1 Definição de Bhuta Shuddhi
7.2 Relação entre purificação do corpo e da mente
7.3 Panchamahabhuta Shuddhi
7.4 Cuidados, riscos e não obrigatoriedade das práticas
8. Prithvi Bhuta Shuddhi (purificação da terra)
8.1 Shankha Prakshalana
8.2 Purificação do sistema digestivo
8.3 Impactos físicos e psíquicos
8.4 Relação com estabilidade, segurança e medo
9. Jala Bhuta Shuddhi (purificação da água)
9.1 Purificação do sistema linfático
9.2 Preparação alimentar e ritual
9.3 Relação com emoções e fluidez emocional
10. Agni Bhuta Shuddhi (purificação do fogo)
10.1 Relação com força de vontade
10.2 Energia, transformação e ímpeto
10.3 Práticas respiratórias associadas
11. Vayu Bhuta Shuddhi (purificação do ar)
11.1 Relação com movimento e liberdade
11.2 Comunicação, criatividade e ação
11.3 Integração entre vontade e mobilidade
12. Akasha Bhuta Shuddhi (purificação do éter)
12.1 Relação com consciência e espaço
12.2 Experiências espirituais e autoconhecimento
12.3 Práticas meditativas e estados sutis
13. Introdução aos Shatkarmas
13.1 Definição e finalidade dos Shatkarmas
13.2 Shatkarmas como manutenção da purificação
13.3 Introdução ao Dhauti
13.4 Antardhauti e suas variações
CONCEITOS-CHAVE DESENVOLVIDOS NA AULA
– Estula Sharira (corpo físico no Yoga)
– Dhatus como sistemas do corpo
– Tecido indiferenciado e diferenciação
– Ojas como essência vital
– Agni Atmaka Ojas e Soma Atmaka Ojas
– Dualidade solar e lunar
– Prana como energia vital
– Silêncio, espaço e consciência
– Bhuta Shuddhi (purificação dos elementos)
– Panchamahabhuta
– Shankha Prakshalana
– Força de vontade e transformação
– Autoconhecimento como eixo do Yoga
– Shatkarmas como práticas de manutenção
AULA TEÓRICA #05 – Asana e Fáscia: A Anatomia Integrada do Corpo
PILAR TEÓRICO DA AULA
A aula tem como pilar teórico a compreensão do asana a partir da perspectiva do yoga tântrico e somático, integrando a visão tradicional do yoga com teorias contemporâneas do corpo, especialmente a teoria dos trilhos miofasciais. O eixo central é demonstrar como o corpo funciona como um sistema integrado físico, emocional e mental, no qual as posturas atuam como ferramentas de liberação de tensões, reorganização estrutural e refinamento da consciência corporal.
SUBTÓPICOS:
1. Asana na perspectiva tradicional e tântrica
1.1 Asana como assento da meditação
1.2 Relação entre meditação, samskaras e liberação de tensões
1.3 Surgimento do yoga corporal no yoga tântrico (séculos XV e XVI)
1.4 Asana como ferramenta prioritária de liberação de tensões no yoga tântrico
2. Corpo, tensão e emoções no Yoga
2.1 Samskaras como impressões mentais manifestadas no corpo
2.2 Tensões físicas como reflexo de estados emocionais e mentais
2.3 Ausência de um mapeamento fixo entre emoções específicas e regiões do corpo
2.4 Limites e foco da teoria tradicional do yoga sobre emoções
3. Integração do Yoga com teorias corporais contemporâneas
3.1 Necessidade de uma perspectiva corporal para compreender emoções e tensões
3.2 Introdução à teoria dos trilhos anatômicos (Tom Myers)
3.3 Relação entre trilhos miofasciais e meridianos da acupuntura (Brian Abelson)
3.4 Relação entre corpo, emoções e caráter (Wilhelm Reich)
3.5 Reflexos somáticos e padrões de movimento (Thomas Hanna)
4. Fáscia e trilhos miofasciais
4.1 Fáscia como rede contínua de conexão do corpo
4.2 Transmissão de força, tensão e informação pelo tecido fascial
4.3 Importância da fáscia na estabilidade, mobilidade e percepção corporal
4.4 Trilhos miofasciais superficiais e profundos
5. Linha Superficial Anterior (LSA)
5.1 Trajeto anatômico da linha superficial anterior
5.2 Função da LSA nos movimentos de flexão e extensão
5.3 Contração e alongamento da linha superficial anterior
5.4 Relação da LSA com dorsiflexão, plantiflexão, joelhos e quadril
5.5 Asanas que contraem a linha superficial anterior
5.6 Asanas que alongam a linha superficial anterior
5.7 Diferença entre variações bilaterais e unilaterais
5.8 Liberação segmentada da linha superficial anterior
6. Linha Superficial Posterior (LSP)
6.1 Trajeto anatômico da linha superficial posterior
6.2 Função da LSP na manutenção da postura ereta
6.3 Relação entre encurtamento da LSP e padrões posturais
6.4 Alongamento da LSP através de flexões
6.5 Papel do joelho, quadril, coluna e tornozelo no alongamento posterior
6.6 Importância da mobilização plantar
6.7 Mobilidade da coluna lombar e torácica
6.8 Relação entre estabilização e flexibilidade
7. Linha Lateral
7.1 Trajeto anatômico da linha lateral
7.2 Função da linha lateral no equilíbrio corporal
7.3 Relação entre linha lateral e desalinhamentos posturais
7.4 Alongamento da linha lateral em inclinações laterais
7.5 Contração e fortalecimento da linha lateral
7.6 Integração da linha lateral com flexões e extensões
8. Linha Espiral ou Rotacional
8.1 Trajeto anatômico da linha espiral
8.2 Função da linha espiral nos movimentos de torção
8.3 Relação da linha espiral com estabilidade dinâmica
8.4 Desequilíbrios rotacionais e compensações corporais
8.5 Importância das torções na prática de yoga
9. Linhas do braço
9.1 Linhas superficiais anteriores do braço
9.2 Linhas profundas anteriores do braço
9.3 Linhas posteriores do braço
9.4 Relação entre braço, escápula, peitoral e punho
9.5 Impacto de hábitos cotidianos nas linhas do braço
9.6 Implicações para apoios e sustentações no yoga
10. Linhas profundas e estabilização
10.1 Linhas profundas anteriores e posteriores
10.2 Função das linhas profundas na estabilização do corpo
10.3 Relação entre estabilização, respiração e consciência corporal
10.4 Papel do abdômen e glúteos na proteção da lombar
10.5 Riscos da prática sem estabilização adequada
11. Progressão pedagógica da prática de asana
11.1 Estabilização como base do aprendizado
11.2 Flexibilidade sem perda de estabilidade
11.3 Equilíbrio como resultado da integração das linhas
11.4 Consciência pélvica e organização postural
11.5 Prevenção de lesões através da organização corporal
CONCEITOS-CHAVE DESENVOLVIDOS NA AULA
– Asana como ferramenta de liberação de samskaras
– Yoga tântrico e yoga corporal
– Unidade entre corpo, mente e emoções
– Fáscia como rede integradora do corpo
– Trilhos miofasciais
– Linha superficial anterior
– Linha superficial posterior
– Linha lateral
– Linha espiral ou rotacional
– Linhas do braço
– Linhas profundas de estabilização
– Estabilização corporal
– Consciência pélvica
– Relação entre mobilidade e estabilidade
– Progressão pedagógica no ensino de asana
AULA TEÓRICA #06 – Estabilização Corporal: Pelve, Core e Escápula
PILAR TEÓRICO DA AULA
Estudo técnico e pedagógico da estabilização corporal no Yoga, com ênfase na pelve, abdômen, quadris, escápulas e coluna vertebral, compreendendo a relação entre mobilidade e estabilidade como base para a execução segura, eficiente e consciente dos asanas.
SUBTÓPICOS:
1. Introdução ao estudo dos asanas e foco da aula
1.1 Organização do módulo prático-teórico de asanas
1.2 Critérios de seleção das posturas estudadas
1.3 Relação entre execução técnica e compreensão corporal
2. Fundamentos da pelve como base da coluna
2.1 Movimentos pélvicos: anteversão e retroversão
2.2 Relação entre pelve, coluna lombar e postura
2.3 Padrões posturais comuns: lordose e retificação lombar
2.4 Mobilidade pélvica como pré-requisito para estabilização
3. Mobilização e estabilização pélvica
3.1 Importância da mobilização antes da estabilização
3.2 Relação entre pelve, transverso abdominal e glúteos
3.3 Exercícios iniciais em posição fetal
3.4 Progressão pedagógica das posições no solo
3.5 Uso da respiração na retroversão e anteversão pélvica
4. Setu Bandhasana como ferramenta pedagógica
4.1 Mobilização da coluna a partir da pelve
4.2 Variações da postura e efeitos corporais
4.3 Estabilização pélvica com apoio unilateral
4.4 Controle de quedas laterais e rotações do quadril
5. Progressão neuromotora e lógica do desenvolvimento humano
5.1 Posição fetal, decúbito e engatinhar
5.2 Relação entre desenvolvimento motor e prática de yoga
5.3 Adequação do nível de exigência ao aluno
6. Estabilização pélvica em posturas clássicas
6.1 Marjaryasana e Bitilasana com foco pélvico
6.2 Utkatasana e recrutamento do core
6.3 Virabhadrasana II e estabilização do quadril
6.4 Relação entre encurtamentos musculares e necessidade de força
7. Estabilização abdominal e coluna vertebral
7.1 Função do transverso do abdômen
7.2 Respiração como base da estabilização
7.3 Diferença entre estabilização e flexão de coluna
7.4 Uso consciente das costelas e da caixa torácica
8. Posturas para fortalecimento do core
8.1 Prancha e variações
8.2 Quatro apoios com retirada de joelhos
8.3 Elevação cruzada de braço e perna
8.4 Navasana e Ardha Navasana
8.5 Relação entre força, flexibilidade e progressão
9. Estabilização lateral do corpo
9.1 Conceito de linha lateral
9.2 Vasisthasana e Bahu Vasisthasana
9.3 Atuação dos músculos oblíquos
9.4 Importância da estabilidade lateral para equilíbrio
10. Estabilização de quadril: giro e inclinação
10.1 Giro pélvico em posturas assimétricas
10.2 Inclinação lateral do quadril
10.3 Posturas com um pé à frente e outro atrás
10.4 Consequências da instabilidade no alinhamento corporal
11. Posturas de equilíbrio e compensações comuns
11.1 Deslocamento de peso e eixo corporal
11.2 Erros frequentes de compensação pélvica
11.3 Estratégias pedagógicas de correção e apoio
12. Estabilização e mobilização da escápula
12.1 Consciência escapular em decúbito
12.2 Abdução e adução escapular
12.3 Mobilização em quatro apoios
12.4 Relação entre escápula, ombro e coluna torácica
13. Escápula em posturas de sustentação
13.1 Prancha e prancha lateral
13.2 Ardha Purvottanasana
13.3 Criação de espaço entre ombros e pescoço
14. Flexão de quadril e flexão de coluna
14.1 Diferença entre os dois movimentos
14.2 Papel da anteversão pélvica na flexão
14.3 Coluna torácica como centro da flexibilidade
14.4 Relação entre escápulas, abdômen e flexões
CONCEITOS-CHAVE DESENVOLVIDOS NA AULA
– Estabilização pélvica
– Mobilidade pélvica
– Anteversão e retroversão
– Transverso do abdômen
– Estabilização abdominal
– Core como centro funcional
– Linha lateral do corpo
– Estabilização escapular
– Relação entre mobilidade e estabilidade
– Progressão pedagógica no ensino de asanas
– Cadeia cinética aberta e fechada
– Diferença entre flexão de quadril e flexão de coluna
AULA TEÓRICA #07 – Prana e Pranayama: A Ciência da Energia Vital
PILAR TEÓRICO DA AULA
A aula tem como eixo teórico a compreensão do Prana como princípio vital universal e do Pranayama como método de controle, expansão e harmonização da energia vital, articulando fundamentos filosóficos do Yoga clássico, referências diretas ao Yoga Sutra de Patanjali e desdobramentos técnicos do Hatha Yoga, estabelecendo a relação entre respiração, energia vital, mente, emoções e estilo de vida.
SUBTÓPICOS:
1. Conceito de Prana
1.1 Prana como princípio vital e força animadora da vida
1.2 Etimologia do termo prana
1.3 Prana como conceito presente em tradições esotéricas
2. Prana, Vida e Ciclicidade
2.1 Ciclos de nascimento, desenvolvimento e decadência
2.2 Prana como elemento não cíclico
2.3 Relação entre absorção de prana e saúde
2.4 Distinção entre prana e oxigênio
3. Prana na Natureza
3.1 A luz como símbolo do prana
3.2 Prana como base da vida vegetal, animal e humana
3.3 Prana como força sustentadora do cosmos
4. O Ar e a Respiração
4.1 O ar como fonte mais urgente de energia vital
4.2 Respiração como principal alimentação energética
4.3 Invisibilidade do prana e sua não percepção cotidiana
4.4 Abundância permanente de energia vital
5. Definição de Pranayama
5.1 Etimologia de pranayama
5.2 Pranayama como controle e restrição da respiração
5.3 Pranayama como expansão e harmonização do prana
5.4 Relação entre prana e chitta (mente)
6. Etapas do Pranayama
6.1 Observação consciente da respiração
6.2 Desenvolvimento da consciência respiratória
6.3 Exercícios respiratórios como organização do prana
6.4 Influência do estilo de vida no prana
7. Respiração e Presença
7.1 Respiração como ciclo contínuo da vida (ajapa japa)
7.2 Respiração como âncora no presente
7.3 Ampliação da consciência interna e externa
7.4 Integração entre vida interior e exterior
8. Consciência Respiratória
8.1 Atenção como base do controle respiratório
8.2 Respiração como meio de regulação da mente e emoções
8.3 Respiração do corpo inteiro
8.4 Relação entre prana e funções orgânicas
9. Exercícios Respiratórios
9.1 Pranayamas e kumbhakas
9.2 Origem dos pranayamas na prática de mantras
9.3 Fases da respiração: puraka, rechaka, kumbhaka e shunya
9.4 Respiração controlada e não natural
10. Pranayama no Yoga Sutra de Patanjali
10.1 Pranayama como retenção do movimento respiratório
10.2 Regulação por tempo, lugar e número
10.3 Respiração longa e sutil
10.4 Kevala kumbhaka
11. Respiração e Longevidade
11.1 Frequência respiratória e expectativa de vida
11.2 Comparação entre respiração humana e animal
11.3 Respiração acelerada e desgaste energético
12. Pranayamas Tradicionais
12.1 Pranayamas descritos no Hatha Yoga
12.2 Ampliação técnica em relação ao Yoga Sutra
12.3 Alternância das narinas e anatomia sutil
12.4 Ritmo respiratório (rachanakala)
13. Ritmo e Harmonia
13.1 Ritmo como princípio universal
13.2 Ritmo respiratório e harmonia interna
13.3 Progressões rítmicas do pranayama
14. Resultados do Pranayama
14.1 Harmonização do prana
14.2 Silenciamento mental
14.3 Purificação das Nadis
14.4 Preparação para a meditação
15. Pranayama e Economia de Energia
15.1 Redução do gasto energético
15.2 Kevala como estado de mínima atividade respiratória
15.3 Superávit energético
16. Práticas Relacionadas ao Prana
16.1 Jejum
16.2 Abstinência sexual
16.3 Silêncio (mauna)
16.4 Verdade e ética
16.5 Ordem e organização
16.6 Vairagya
CONCEITOS-CHAVE DESENVOLVIDOS NA AULA
-Prana
-Energia vital
-Pranayama
-Consciência respiratória
-Relação entre prana, mente e emoções
-Ajapa japa
-Puraka, rechaka, kumbhaka e shunya
-Kevala kumbhaka
-Nadis
-Ritmo respiratório
-Yoga Sutra de Patanjali
-Estilo de vida e energia vital
AULA TEÓRICA #08 – Meditação: Do Silêncio ao Samadhi
PILAR TEÓRICO DA AULA
Fundamentação teórica e prática da meditação no Yoga, abordando seus pré-requisitos internos, níveis de atenção e estados de consciência, com foco no processo de autoconhecimento, desidentificação, silenciamento da mente e amadurecimento da concentração até a experiência meditativa e o samadhi.
SUBTÓPICOS:
1. Introdução ao módulo de meditação
1.1 Relação entre meditação, yoga e autoconhecimento
1.2 Apresentação dos temas centrais: meditação, samadhi e libertação
2. A armadilha do ego na prática meditativa
2.1 Vaidade espiritual e falsa sensação de evolução
2.2 Meditação como reveladora das próprias imperfeições
2.3 Risco da comparação espiritual com os outros
2.4 Meditação como caminho de humildade e lucidez
3. Definição essencial da meditação
3.1 Meditação como sustentação da atenção em um único ponto
3.2 Meditação como base do samadhi e da libertação
3.3 Relação entre prática constante e amadurecimento interior
4. Pré-requisitos da meditação
4.1 Vairagya: desapego e desprendimento
4.2 Desidentificação dos papéis sociais e das emoções
4.3 Meditação como estado de consciência e percepção
4.4 Desapego do transitório e valorização do sutil
5. Consciência, céu e terra
5.1 Dualidade entre realidade concreta e realidade espiritual
5.2 Consciência como bússola interior
5.3 Vida espiritual como identificação com o sutil
5.4 União e desunião como significados do Yoga
6. Processo de desidentificação
6.1 Identificação excessiva com o mundo visível
6.2 Reconhecimento da realidade espiritual subjacente
6.3 Desidentificação como caminho do autoconhecimento
6.4 Relação entre desidentificação e orientação interior
7. Sutilização da consciência
7.1 Percepção das camadas sutis do eu
7.2 Ampliação da sensibilidade interior
7.3 Transcendência do denso em direção ao sutil
7.4 Reconhecimento de níveis ocultos de consciência
8. Atenção como base da prática
8.1 Atenção como estado natural do ser humano
8.2 Diferença entre atenção difusa e concentração
8.3 Atenção como captação sensorial e mental
8.4 Posse e direcionamento voluntário da atenção
9. Meditação na prática
9.1 Meditação como técnica passiva
9.2 Não-ação e presença consciente
9.3 Meditação como percepção e não produção
9.4 Diferença entre agir e observar
10. Níveis de atenção e consciência
10.1 Atenção difusa (Avadhana)
10.2 Concentração (Dharana)
10.3 Meditação contínua (Dhyana)
10.4 Samadhi como absorção e êxtase
11. Meditação e monotonia do objeto
11.1 Objeto estável como treino da atenção
11.2 Diferença entre estímulo dinâmico e estático
11.3 Posse da atenção como liberdade interior
11.4 Autodisciplina da mente
12. Meditação como estado consolidado
12.1 Meditação como fluxo ininterrupto
12.2 União entre observador, observado e observação
12.3 Meditação como quarto estado de consciência
12.4 Clareza e lucidez do estado meditativo
13. Samadhi
13.1 Colapso da dualidade
13.2 Passagem da multiplicidade à unidade
13.3 Samadhi como estado de conhecimento
13.4 Participação consciente no todo
CONCEITOS-CHAVE DESENVOLVIDOS NA AULA
– Meditação no Yoga
– Autoconhecimento
– Vairagya
– Desapego e desidentificação
– Atenção e concentração
– Dharana, Dhyana e Samadhi
– Silenciamento da mente (Nirodha)
– Auto-observação
– Estados de consciência
– Unidade e multiplicidade
– Identificação com o harmônico
– Meditação como não-ação
Aula Teórica (mensal): Aula 9: Como ministrar aulas e cursos transformadores?
SUBTÓPICOS:
– Como ministrar uma aula que promove resultado?
– Ensino da linguagem
– Aprendizado de ferramentas pedagógicas
– Os dois andares de uma aula de yoga eficiente
– A Urdidura
– Trilha sonora
– Como utilizar adicionais (blocos, sinos, faixas etc)?
– A dinâmica da aula
– Iniciantes, intermediários e avançados
– Tom de voz
– Dinâmica de expressão vocal e corporal
– Descrição, vivência, correção e indução.
– Ambientação
– Relação professor – aluno
– Como elaborar aulas para diferentes resultados?
– Elaborando sua primeira aula de yoga e variações
Aula Teórica (mensal): Aula 10: Montagem de aulas e ambiente profissional
SUBTÓPICOS:
– Seleção de técnicas para diferentes níveis de alunos
– Seleção de técnicas para provocar resultados distintos
– Como harmonizar um programa de yoga?
– Como harmonizar uma prática de yoga?
– Como gerar interesse do aluno?
– Como fidelizar alunos?
– A entrega do que o aluno busca e a introdução da evolução espiritual
– Como contornar diferentes demandas e situações da profissão
– Como posicionar-se como professor em um ambiente digital
– Possibilidades de trabalho através do yoga: in company, negócio digital, sala de yoga, escola de yoga, eventos etc.
+ Módulo Extra: Começando uma carreira no digital:
– Como fazer campanhas e anúncios no Google, Youtube e Facebook/Instagram
com Dionisio Urbim
– Como gerar conteúdo de resultado com Marina Guaragna
– Criação de Conteúdo com Carlo Guaragna
– Personal Branding com Matheus Ziegler
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